domingo, 26 de fevereiro de 2012

Coisas giras que vi hoje na Zara

Uma sub-rubrica da Wishlist... porque não é bem uma lista de objectos desejados, é mais um apontamento sem consequências... até agora.

Hoje andei na Zara (também), e por acaso fiquei surpreendida pela positiva. Há muito que já não lhe ligava muito, primeiro porque tento agora ter algumas coisinhas mais intemporais e com maior qualidade, aproveitei os saldos na Massimo Dutti ou na Lanidor. Depois porque as colecções pareciam-me sempre mais do mesmo, sempre os mesmos estilos, as mesmas cores.

E hoje não é também que houvesse coisas assim tcharaaan, de cortar a respiração, mas havia algumas coisas engraçadas. Aliás, até fiz uma pequena aquisiçãozinha. Eu e a Luiazinha, que já começa como mulher em potência que é a revelar gosto pelas compras, ri-se quando lhe mostramos roupas giras e coloridas, e hoje se dava por mim distraída a ver alguma coisa gritava para toda a loja ouvir: MAMÃ MAMÃ MAMÃ MAMÃ!!!- acho que disse mais vezes "mamã" este fim de semana do que nos nove meses anteriores!

A colecção para as pequeninas também estava bem engraçada, coisas muito divertidas, para princesas, para pequenas Jackies Kennedy/Onassis , vestidos a lembrar os anos 50 em tamanho mini, vestidos a lembrar bailarinas (e eu já a pensar na toilette para o aniversário dela! Ehehehe!), leggings a combinar com t-shirts engraçadas, tudo muito giro!

Bem, mas no que diz respeito então às coisas giras, aqui vai a primeira:

São bem mais giros ao vivo, porque são peep toe, o que aqui não se nota muito bem.


Por acaso os que lá vi não encontro no catálogo online-?. Eram em preto e uma espécie de salmão/bege metalizado, muito giros. Mas estes com o pormenor das tachas também são engraçados. Estes, também pelo conforto, arriscam-se a vir viver aqui para a casa lunar...

E para as princesas... os vestidos a que me referia acima: o tutu de bailarina e o vestido de Jackie O. em tamanho mini! Não são fofos?



sábado, 25 de fevereiro de 2012

Coisas que gostaria de ter tempo para ler


Sempre adorei ler! Tanto ler como escrever. Quando era criança, ao contrário de andar a brincar na rua, andar de bicicleta, enfim, coisas normais que todas as crianças gostam de fazer, eu gostava de ficar em casa ou a ler ou agarrada à maquina de escrever a inventar as minhas próprias histórias (sim, era um bocadinho nerd, confesso).

Já em adulta, uma vez que o tempo escasseia mais para as leituras diárias, adorava aqueles períodos de férias em que vamos só para estar na praia e, basicamente, não fazer nenhum, e podemos levar um monte de livros, e mergulhar nas histórias que  têm para nos contar, na companhia das personagens, acabar um capítulo e querer avidamente entrar no seguinte, adoro essa sensação.

Esta colecção não se trata propriamente de ficção, mas sempre gostei muito de História, e por acaso destes aspectos em concreto da vida privada dos personagens que a compõe. Lembro-me que no liceu tinha um colega que em qualquer parte da matéria que a professora estivesse a dar, sempre abrilhantava as aulas com histórias e curiosidades sobre aspectos particulares sobre o personagem em questão. Não sei lá onde ele ia descobrir aquelas coisas, ou sequer se tinham alguma fiabilidade ou se provinham da sua tenra imaginação, mas o que é certo é que as aulas sempre se tornaram mais interessantes quando ele acrescentava a sua contribuição às mesmas.

E então ando de olho nesta colecção, para os momentos em que a Luazinha cochila nas sestas e não há sopas para fazer, roupa para lavar/ estender, loiça para arrumar/lavar. Entre outras obras das quais irei aqui falando.

Luazinha fez 9 meses

A Luazinha fez ontem 9 meses!

Desta vez não há consulta de rotina (e espero que não haja por outros motivos!), portanto não sei como andam os percentis do peso e da altura.

Mas continua a perder o medo aos pouquinhos, atira-se para a frente quando os brinquedos estão longe, coloca as mãos no chão e começa a perceber que há aquele obstáculo das pernas e que se der o jeitinho e as pernas forem para trás, voilá!, temos gatinha a gatinhar! E também já a vimos a tentar deslocar-se de rabinho, sentada, dando o impulso com uma das pernas (que ao que sei foi a forma que eu escolhi para me locomover antes de andar). Continua a palrar intensivamente, repetindo mamamamama ou papapappa, e nota-se que já quer dizer mais qualquer coisinha mas ainda não sabe como!

Agora que ela já mudou de quarto andamos a tratar de decorá-lo mais um bocadinho, faltava ainda o candeeiro, cortinados, quem sabe uma prateleira ou um stencil a decorar uma parede. Mas é difícil conjugar tudo.

Gosto muito daqueles quartos com tendência algo "vintage" (aliás, em toda a decoração), algo "La Provence", uma mistura de antigo com qualquer coisa de campestre, prefiro mil vezes um cestinho de verga pintado de cor pastel com um bordado para guardar os brinquedos do que uma caixa de plástico de cor berrante; prefiro um cavalinho de baloiço com o baloiço em madeira como os antigos do que os cavalinhos de plástico coloridos das marcas mais conhecidas de brinquedos para crianças, gosto de camas de grade, de candeeiros elegantes (aliás, comprámos-lhe um pequeno lustre), cortinados sóbrios e/ou campestres e não dos motivos tipicamente infantis que tornam os quartos por vezes tão "carregados" de informação.

Hoje certamente espera-nos mais uma busca aos cortinados perfeitos!

Sugestões?

Onde estão vocês?

A verdade é que começo a ter um númerozinho considerável de visualizações diárias, mas nenhum de vocês partilha comigo o que vos vai na alma.

Para resolver possíveis "issues" de timidez, criei uma caixa postal que podem utilizar para opinarem, partilharem, contarem, etc, etc. Vá, vão buscar o lápis e o bloco e tomem nota:

lunafacies@gmail.com

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Considerações sobre o S. Valentim e o Lapaparrucha

Ontem foi dia de date mensal. Eu e o Sunshine combinámos tentar ir todos os meses uma vez jantar fora, recorrendo ao babysitting dos avós.

Uma vez que foi Dia dos Namorados na terça-feira, e que nesse dia também comemoramos a data do nosso noivado, resolvemos agendar o date mensal para o sábado seguinte a tal efeméride.

Na verdade, muito embora haja uma grande corrente de resistência e oposição no que diz respeito ao Dia de S. Valentim, eu cá sempre fui a favor do mesmo, e dos casais que o comemoram, mesmo quando era solteira, nunca fui daquelas que amaldiçoam a sina dos homens que correm nervosos de ramo de flores nas mãos, ou das mulheres que seguem orgulhosas com outros que tais, dos casalinhos nos restaurantes melosos e apaixonados, sempre apreciei a data e o seu sentido.

E houve inclusivamente anos em que o comemorei, reunindo os amigos solteiros para uma farra de solteiros. Lembro-me que uma vez, mais precisamente o Dia dos Namorados do ano de 2004, que eu e umas cinco ou seis amigas, solteiras, fomos jantar fora, fizémos jogos alusivos à data e tudo, divirtimo-nos imenso, e pouco passava das  dez horas quando os nossos amigos "acasalados" nos ligavam um a um a perguntar onde é que íamos a seguir! Conclusão, acabámos todos, solteiros e casais, a divertirmo-nos no mesmo ponto onde por essa altura parávamos sempre.

Compreendo os argumentos da corrente anti-valentim, ah e tal, nós não precisamos disso para nada, comemoramos e namoramos quando queremos e tal, isso é só comércio e consumismo e confusão... Mas... será? Nos dias que correm, em que não sobra tempo para nada, será que essas alminhas que dizem isso namoram e comemoram assim tantas vezes assim tantas coisas? Eu pelo menos, que sei que até tenho uma relação em que valorizamos bastante o namoro, os afectos, as datas, pois somos os dois signos de Água e, consequentemente, lamechas (um enjoo para quem nos vê, portanto), sei o quão fácil é sermos engolidos pela rotina, especialmente quando se tem filhos, e como nos tornamos na "mamã" e no "papá", parceiros de equipa, que os dias correm e nós desempenhamos as tarefas que nos são solicitadas, trabalhar, chegar a casa, preparar jantar, dar jantar à Luazinha, dar-lhe banho, metê-la na cama, jantarmos nós, arrumar a cozinha, fazer máquinas de roupa, estender ou dobrar, preparar a marmita do dia seguinte.... Sei como é fácil esquecermos que somos o casal, que somos marido e mulher, que antes passeávamos e namorávamos, e por isso é que estas datas, tais como os aniversários de casamento ou de namoro, são importantes, porque nos obrigam a parar, a fazer aquilo que o dia nos ordena, namorar, a lembrar que é isso que somos, eternos namorados.

Tal como o Natal, no fundo, apesar de tanto também se maldizer hoje em dia o pobre do Natal com os mesmos argumentos do consumismo e blá blá blá, o Natal existe para as pessoas pararem, estarem com a família, sentirem coisas boas e aconchegantes, ouvirem músicas quentinhas, comerem coisas boas, mimarem os seus. Claro que tem todo o significado religioso que lhe está inerente, mas, sinceramente, e Deus vai-me perdoar, a maioria das pessoas não pensa sequer nisso, já. É verdade que o consumismo, a obrigação de dar prendas, cada vez maiores, mais e mais caras, transforma a época num stress, numa correria, num rombo orçamental, mas isso é porque se desvirtua a data, a tradição é trocar prendas, sim, mas não é contraírmos créditos para darmos mundos e fundos, é trocar prendas, apenas, e não é assim tão difícil encontrar prendas em conta.

Posto este pequeno intróito, estava então eu a dizer que lá fomos comemorar o valentim, o noivado e também o aniversário da mudança de casa (para verem como comemoramos mesmo TUDO!) ao Lapaparrucha, no Príncipe Real.

O sítio é agradável, tem uma vista interessante sobre Lisboa (digo apenas "interessante" porque para mim que sou da linha de Cascais, tudo o que é vista sem se ver mar é uma vista mais ou menos...), o atendimento razoável (tinham em cada mesa umas campaínhas que comunicavam com uma espécie de relógios que os empregados usavam e, se lá carregássemos, um empregado apareceria- isto é em teoria, porque na prática não apreciam na mesma e tínhamos que usar o método tradicional "ófaxavor!", mas vale a intenção e novidade!), e a comida era boa. Comemos umas almofadas com quatro queijos de entrada, que para mim foi um acto de coragem, pois tenho uma relação de amor ódio com o queijo: adoro queijo derretido, mas detesto queijo. Percebem? Pois, eu sei que é difícil... Mas a verdade é que aquilo supostamente era gratinado, e eu imaginei uma pasta de queijo derretido, mas não, eles eram bem perceptíveis, e quando começo a ver aquelas manchas do roquefort... belherqueeeeee, desisti.

Depois comemos espetada de carne de vaca, que estava muito boa, com guarnições várias, legumes grelhados, maçaroca e batata gratinada.

Como sobremesa, comi gelado de laranja e canela, um sabor agradavelmente supreendente.

Pedimos também margaritas enquanto comíamos as entradas, mas fui incapaz de suportar tanto sabor alcoólico, depois de uma gravidez e de quase oito meses de amamentação, acho que o meu organismos criou uma intolerância ao álcool, o que também não é problema nenhum!

Ora, de 1 a 10, dou nota 6.5, a comida era boa, mas nada de muito original ou criativo, o serviço um pouco lento, e caro para a normalidade que é.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Primeira batalha contra a balança!

Todos os sábados de manhã têm sido dias de pesagem cá em casa! Eu e o Sunshine sujeitamo-nos ao cruel mas honesto veredicto da balança, que é daquelas todas XPTO (dos tempos em que eu era maníaco-obsessiva do peso), que medem o peso, a massa gorda e a hidratação.

A verdade é que de semana para semana lá estavam a vir mais alguns graminhas, o que de facto não se ganha ingerindo ar, mas sim comidinha da boa. E não conseguindo ir ao ginásio as vezes que até apetece.

Não é que esta semana tenha sido muito diferente... Na verdade, nunca resisti ao pãozinho matinal que como de manhã todos os dias (acabadinho de sair do forno, com manteiga e queijo, que se derretem e fundem na massa do pão, e por fora todo estaladiço... hmmmm... é verdadeiramente divinal), houve um dia que comi uma tablete inteira de chocolate (pronto, era daqueles supostamente dietéticos...) e ontem estava com uma enxaqueca ao fim da tarde que apenas se resolveu com uma encomenda da Telepizza e uma coca-cola (incrível o poder da junk food sobre as enxaquecas, dá para acreditar??), mas alcomei sempre a minha comidinha saudável feita em casa (saladas, peixe, e fiz até uma bolonhesa de soja bastante apetitosa), jantei sempre den uma forma mais ou menos "normal" (sem comer papa Pensal como sobremesa...), fui correr no domingo e fui ao ginásio na terça. Veredicto: menos 1 kg e menos 1% de massa gorda!

No entanto, este fim de semana vai ser a desgraça total! Agora vamos almoçar a casa dos meus pais onde nos esperam migas de pão com entrecosto (o Sunshine andou a babar por este prato as últimas semanas e os meus pais lá fizeram a vontade ao genro), e logo vamos ao Lapaparrucha comemorar o S. Valentim, que por acaso também corresponde à data em que ficámos noivos! Amanhã dia de almoço semanal nos sogros, que costuma ser sempre muito bem recheado e calórico!...

Mas segunda feira volta à batalha e vamos lá a ver os resultados!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Wishlist


Estas sandálias  não são uma coisa fofa? Super femininas e mesmo mesmo a chamar a Primavera!

São da nova colecção da Uterque, que por acaso é uma casa/marca que me tem agradado bastante.

Apesar de ser da "matriz" das nossas amigas Zaras e afins, está um segmento acima, talvez equiparável a uma Massimo Dutti, ou até superior, as coisas são mais caras, mas também, consequentemente, têm mais qualidade e bom ar.

E por acaso é curioso que é notório o "gosto espanhol" no traço geral das suas colecções, aquele quase "mau gosto garrido" que caracteriza os espanhóis, a sua exuberância, as vozes altas, as cores fortes, a vida "ramblera" de "nuestros hermanos", mas esta característica é suavizada pelo minimalismo da maioria das peças, e o resultado final têm sido sempre colecções muito elegantes, que atendem às tendências, mas que se pautam sempre e de forma coerente pela mesma linha.

Certamente mais elementos da nova colecção constarão aqui da minha Wishlist nos próximos tempos!