quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Vem aí o S. Valentim!

Como já aqui vos referi há um ano atrás, para mim e para o T. o Dia dos Namorados tem um significado especial, pois comemoramos também o aniversário do nosso noivado! Há 4 anos atrás, fomos celebrar este dia em grande estilo, no hotel Tivoli do Carvoeiro (que eu adoro), com uma vista fantástica para o mar, champagne, morangos e chocolate no quarto, jantar romântico ao som de piano, enfim, cenário de conto de fadas, e assim seria se o pedido me tivesse apanhado de surpresa, mas como eu apanhei o anel antes dele mo dar (vejam a história toda nesse meu post de há 1 ano! Foi uma cena digna de Carrie do "Sexo e a Cidade"!), desta feita, foi também muito romântico, mas com uma pitada de comédia à mistura, e assim até acabou por ser mais memorável! 

Mesmo antes de conhecer o T., sempre adorei o Dia dos Namorados, inclusivamente (ou ainda mais) se não tivesse! É que os solteiros nessa noite unem-se todos, como que para se vingarem do universo que não lhes traz a cara metade, e divertem-se à grande e à francesa! Organizei muitos jantares de solteiros, nos quais me diverti imenso, e que eram sempre tão animados que os próprios casais acabavam por apressar os seus jantares românticos para se juntarem a nós. E sempre gostei de existir um dia para se celebrar o romance, o namoro, o amor romântico, porque podem dizer-me que não é preciso data especial e blá blá blá que todos sabemos que não é bem assim. A rotina do dia a dia de qualquer casal, ainda mais quando existem filhos, transforma os seus membros nisso mesmo, "membros", daquela equipa, daquela "sociedade conjugal", que rema para o mesmo fim, é certo, mas que se esquece da essência do que os uniu, que foi o amor um pelo outro. O marido passa a ser o pai, a mulher passa a ser a mãe, e tudo passa a girar em redor da logística de levar aquele barco de tarefas avante. Claro que fazemos sempre um esforço para combater esse efeito nefasto da rotina, mas porque não aproveitar "a boleia" de existir um dia especialmente concebido para o efeito para, ao menos nesse dia, sermos novamente a namorada do nosso namorado (mesmo que ele já seja o nosso marido e pai dos nossos filhos). 

Por isso, vamos lá a puxar pelas cabecinhas, e termos algumas ideias, mesmo que não impliquem grandes fugas à rotina ou gastos de dinheiro.

Aqui ficam algumas sugestões:



Porque não fazermos um bolinho para o nosso mais que tudo em forma de coração? Vejam como é fácil, é só fazer dois bolinhos, um quadrado, outro redondo, fazer a forma do coração, barrar com chantilly com corante... et voilá!



Eu confesso, já recebi um telegrama delicioso destes e adorei! Podemos enviar com uma mensagem standardizada ou com a nossa própria mensagem! Vejam em  www.mysweets4u.com




Para Ele: tudo na Massimo Dutti




Para Ele ou para Ela: uma massagem, que tanto pode ser fora de casa como feita por nós em casa! Solução mais económica e se calhar até mais romântica!




Para Ela: lingerie da Mango (vejam, tem uns conjuntos interessantes) e colar da Pedra Dura



Mais umas vacinas.... ufa!

Cada vez que vou às vacinas com o S., sinto um alívio, como se um bocadinho de peso me saísse dos ombros, ou o coração estivesse apertado e folgasse ligeiramente (que isto de se ter filhos é viver com ele assim mesmo- apertado- 365 dias do ano). Ou como se subisse mais um degrau-?- pode parecer uma metáfora estranha, mas é mesmo assim que me sinto. É semelhante à sensação que temos quando estamos grávidas e vamos à consulta, ou fazer uma ecografia, e sabemos que está tudo bem, e nós sabemos que passámos mais uma etapa, que aquele bébé já soma mais dias, depois mais meses, que está a vencer as barreiras, cada vez mais forte, viável, primeiro possível, depois provável e depois certo (dentro do que pode ser).

Neste caso não é assim exactamente a mesma coisa, pois ninguém me vai dizer nas vacinas se o S. está bem ou não, isso até é mais nas consultas, mas vão administrar-lhe uns "líquidozinhos de perlimpimpim" (não são pózinhos, mas também têm a sua magia!) para que ele fique mais forte, mais imune, e tenha defesas para enfrentar possíveis adversidades.

O facto do S. ter nascido no Inverno, termos a M. ainda pequenina e frequentadora de infantário, e andarmos todos há meses cheios de bichos com nomes da realeza bacteriana, fez com que desde cedo temesse pela sua imunidade, e andasse sempre um pouco angustiada com esse cenário todo.

Logo no primeiro mês houve a bactéria dele, depois a da M. que poderia provocar meningite, quando ele ainda não estava vacinado, depois as nossas, depois novamente a M. com gastroenterites, com suspeitas de varicela, e e o pânico era sempre também o risco do nosso pequeno buda contrair alguma dessas coisas chatas. Eu nem queria pensar nas piores consequências, mas obviamente que o medo do pior está sempre presente por muito que o queiramos enxotar, qual erva daninha do pensamento, que insiste em continuar a existir apesar de a tentarmos constantemente podar na nossa mente.

Por isso, quando fomos às vacinas dos 2 meses, já me senti bastante mais aliviada, pois já estava a tomar a vacina da doença invasiva pela "hemophylus influenza", que era a tal bactéria com cara de má que a M. tinha e mais me preocupava.

Mas agora, volvido mais um mês, de narizes pingados, tosses de meter dó, sintomas que tais, ainda me sinto mais descansada, pois o S. também já levou a vacina da doença meningocóccica (outra das minhas preocupações), e o facto é que, mesmo sendo ainda muito pequenino, 3 meses já não são semanas de vida, ou um mesinho, ou mês e pouco.

É por isso que gosto do dia das vacinas, apesar de ser horrível vê-lo chorar quando leva a "pica", e quando antes do choro me dirige aquele "olhar-beicinho" que parece querer dizer: "Como é que deixaste que me fizessem isto??", e de saber que nesse dia e nessa noite ele vai ficar incomodado, dorido, eu sei que é para o bem dele, e ser mãe também comporta isto mesmo, sabermos assistir a algum sofrimento deles quando sabemos que é para o seu bem, e resistir à tentação de os poupar.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

3 meses de baby S.!

O baby S. já fez três meses!

Já pesa 5900 kg, e mede 60 cm! Já se ri e tenta palrar! Já fica muito mais tempo acordado, a explorar o mundo com olhos curiosos! Já tenta sentar-se (bom, colocar-se numa posição que conduzirá ao sentar, vá)! Já começa a dar noites mázinhas...

Daqui  a um mês começa uma nova vida para ele... e recomeça a minha vida, fora de casa, do nosso casulo, do nosso ninho. Não vai ser fácil. Não vai ser fácil estar separada dele todo o dia, voltar ao turbilhão do trabalho, ver os dois (ele e a irmã) apenas escassas horas ao fim do dia, quebrar esta nossa rotina tão bem "engrenada", as "manhãs" (das 5h, 6h até às 7h,8h) passadas abraçadinhos na cama dos papás (rsrsrsrrss), mudar a fraldinha, limpar o nariz e pôr o soro, pequenos almoços (meu e dele), colo, colo, muito colo, sestinha de passarinho, mais colo, almoço, sesta de passarinho, brincadeira, colo, colo e mais colo, banhinho, jantar, ó ó. Pelo meio as "aulas de ginástica", as conversas, a escolha da roupa.

Não passeamos muito, porque o S. Pedro não tem sido muito amiguinho, mas já deu para perceber que é galdério! Sempre que vamos a casa de alguém, fica muito sossegadinho a observar tudo, ou então ferra-se mesmo a dormir profundamente no meio da confusão (quando cá em casa até um estalinho do soalho o acorda).

Espero que neste mês o tempo melhore finalmente, para irmos ao parque, à praia, respirar um pouco de ar puro! Para podermos queimar os últimos cartuchos comme il faut!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Nutricionista no ginásio

Basicamente estive lá mais de uma hora e fiquei a saber o que já sabia... que preciso de perder um bom par de kgs, que não devia comer papa Pensal antes de me deitar (sim, é verdade, eu confesso), e que devia moderar o consumo de iogurte grego. Depois havia ali uns "mistérios" para criar assim um "suspanse" e aderirmos ao plano nutricional "extrabase", com custos além da mensalidade. Eu resisti.

E pronto, fiquei um pouco na mesma!

Mas pelos vistos já  não se deve comer fruta aliada a um hidrato, pelos vistos os meus sagrados Kellogs's K têm mais açucares do que Chocapic (duvido, mas nada como confirmar...), dveemos investir muito na proteína, enfim, algumas novidades lá fui conseguindo "arrancar"...

E pronto, a teoria eu tenho toda! É preciso pôr em prática!

Fofoca!

Estão mesmo separados, estes fofinhos?
Tenho cá para mim que a culpa é das kizombadas que o Pedro andou a experimentar...


Mas o que é isto, meu Deus?...

 
 
Jovens, por favor, procurem ajuda, que vocês não estão bem...
Moral desta história: se várias pessoas sofrerem em conjunto, isso é bom, porque elas vão sentir uma interligação! Se se traficarem várias pessoas juntas, isso é bom para elas, pois vão estar a sofrer em conjunto! Se se violarem várias mulheres ao mesmo tempo, isso é bom, pois vão estar unidas por aquele sofrimento! And so on!...
Acordem!
E que tal os caloiros poderem unir-se por passarem bons momentos juntos? E se os colegas universitários se unirem para viver as experiências próprias da faculdade e da idade sem que isso implique humilhar ninguém? Fazer directas a estudar, uma noitada de copos!... E se se unirem por outras coisas como espírito de camaradagem, amizade, fraternidade, empatia, solidariedade! Não sairiam da universidade seres mais completos?
O que pode ganhar um ser humano em ser humilhado, meu Deus?? Ou em humilhar alguém??O que é que estas alminhas têm na cabeça?
Mesmo que consiga aceitar o recôndito direito aqui invocado, "temos o direito a sermos humilhados", jamais conseguirei aceitar a permissa "temos o direito a humilhar".
Enfim,

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Let's get it started!

Depois do segundo filho, quando uma pessoa já tem uma certa idade (...), e também sofre de gula compulsiva, é necessário algum esforço para recuperar a forma (bem, eu nem queria propriamente recuperar a forma que tinha antes de gravidez, mas a que tinha há uns 5, 6 anos atrás, quando treinava intensamente e tinha cuidado com o que comia...).

Como não tenho conseguido ter muita força de vontade na parte da contenção alimentar (já consegui parar com os chocolates e as bolachas, mas as tostinhas com queijo fresco e as papas- sim, eu adoro papas, apesar de ser uma mulher feita- ainda fazem parte da minha alimentação diária...), tinha que ir pelo lado do exercício físico.

E deixei-me de desculpas e increvi-me novamente no ginásio! Sei que não vou ter muitas oportunidades para ir, sei que não vou com a mesma frequência que ia na época em que era solteira, descomprometida, e podia treinar todos os dias cerca de duas horas, mas fazer qualquer coisa sempre é melhor que não fazer nada!

A verdade é que, com a ajuda de babysitters, claro, já consegui ir duas vezes (inscrevi-me no sábado), não por muito tempo, mas o suficiente para começar a "mexer"! E é mesmo bom, voltar a ter ritmo, actividade, cuidar de mim. Além da parte estética, falo também da saúde, pois o sedentarismo não faz bem a ninguém!

E é assim, nestes dias já perdi um kilinho (yeeeeiiii!!! lol), e pelo menos quando me apetece comer um doce penso nas horas que vou ter que malhar para o "queimar"!

Vamos ver como corre esta nova etapa desportista!!