Só para dizer que lavei o cabelo (só depois soube que só o podia fazer amanhã...), e o cabelo já não está nada daquilo que aqui postei!
Mas enfim, eu até gosto mais assim, à frente está muito mais giro, porque está ondulado mas super brilhante e hidratado e sem frizz, mas atrás vê-se que são ondas teimosas que foram atrozmente "esmagadas" mas ainda manifestam alguma resistência e ainda se querem definir como ondas que são. Está, portanto, o chamado nem carne nem peixe.
Mas valeu a pena, pelo menos no geral está com um ar mais hidratado e compostinho.
Hoje o dia foi de compras no El Corte Inglés, fomos ver cortinados e candeeiros para o quarto da Luazinha mas por lá nada de especial. Acabámos no Supercor a comprar barrinhas de cereais!
A Luazinha fez progressos este fim de semana! Amanhã conto melhor!
em latim "Cara de Lua Cheia", um blog sobre caras de lua cheia, a outra face da lua, o lado luna e a plenitude.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Desejo concretizado
É verdade! Os desejos de posse ou aquisição de certos e determinados bens que tenho dado a conhecer na wishlista são desejos de mais difícil concretização, que têm que aguardar alguns acontecimentos para que possam vir parar às minhas mãos, nomeadamente, o Sunshine ter um acesso de loucura e esbanjamento em prendas, eu própria ficar compulsiva e comprar tudo o que me apetece sem olhar a meios nem a preços, ou sair-me o Euromilhões (cuja probabilidade não é muita...). Bem, o relógio da Michael Kors não é assim tão impossível, mas a mala da Louis Vitton talvez tenha que me contentar com alguma imitação da famosa FIC ou então aguardar um desses eventos acima elencados. Também pode dar-se o caso da própria da Louis Vitton querer oferecer-me uma malinha, o que eu aceitaria de muito bom grado!!
Até lá, vamos centrar-nos em desejos mais concretizáveis!
Tinha na ideia fazer um postzinho sobre os saldos, e algumas dicas para os sabermos aproveitar e a forma como eu consegui fazer isso nestes últimos, e ainda o vou fazer quando houver mais tempo (coisa que escasseou esta semana), e mesmo compartilhar convosco as minhas fantásticas aquisições, todas elas muito racionais, úteis, adequadas ao meu estilo de vida actual (o que também me levou a algumas reflexões que um dia também compartilharei)(de facto só mesmo uma mulher para ter reflexões profundas como a vida, as mudanças, o amadurecimento, tudo isto a propósito de uns saldos!). Queria de alguma forma dizer em traços gerais que neste momento, por muitas razões que explanarei depois, dou mais valor a um incremento na qualidade em detrimento da quantidade, e que não vale a pena investir em peças que nos vão durar uma época e que se calhar nem vamos usar assim tanto.
Mas enfim, estas botinhas pareceram-me não sei porquê tão lindas, tão apetecíveis, que não resisti ao desejo de possuí-las! E então assim foi, vieram cá para casa, ainda não foram estreadas, estão a aguardar vez! O bom desta aquisição é que não foram nada caras, tenho consciência que podem não estrar para durar, mas quando se opta por algo mais "trendy" penso que nos podemos dar ao luxo de adquirir peças por uma época. Quando são peças base é que merecem um bom investimento, e aí sim, os saldos são uma boa altura para colocarmos as compras das peças base em dia, investindo na qualidade e não olhando a tendências (o que também não significa comprarmos camafeus só porque são bons, obviamente, e estão mais em conta).
São da Pimkie e foram apenas 29.00 euros. A Pimkie é uma loja que, não primando por aí além na qualidade, estará no segmento de Bershkas e afins, tem umas peças engraçadas que bem conjugadas têm muito bom ar. Os preços são bastante simpáticos e posso dizer que tenho já uma vasta colecção de peças de lá.
Bem, agora vou pesquisar o mapa de aulas do gym para ver se me arrasto até lá porque a balança não anda a perdoaaaaarrrrrrr!....
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
New look
Fiz hoje alisamento Perfect Restore no cabeleireiro Makeover da Almirante Reis!
Supostamente é uma técnica com produtos naturais, com uma substância cujo nome o rapazinho repetiu umas quantas vezes mas eu continuei sem perceber qual era (e tive vergonha de voltar a perguntar), portanto não deve ser tão agressivo para o cabelo... Mas o que é certo é que todo o tempo que lá estive resisti à ideia.... ora era o champô que me fazia comichão (estava a "abrir as cutículas do cabelo... medooooo), ora era uma fumarada que saía do meu cabelo quando passavam as "pranchinhas" (como eles chamavam às placas alisadoras) que parecia um frango no churrasco, ora era aquele ardor nos olhos que foi diagnosticado como reacção alérgica e que era atenuado com uma toalhinha com água quente.. ai!! Tudo me dava vontade de fugir dali e abortar o plano, meu querido cabelinho!!
Mas depois que tudo acabou, e apesar de ainda estar expectante com o aspecto do cabelo quando voltar a ver aguinha, a verdade é que está lisinho e brilhante, nem parece meu. Eu disse explicitamente que não era o meu objectivo que ficasse lisinho tipo yorkshire terrier depirmido, que o meu cabelo é ondulado e eu gosto de cabelo com ondas e volume, mas controlado e com ar hidratado e não cheio de frizz como costumava andar.. Eles disseram que existe outro tipo de produto muito mais eficaz para ficar liso do que este que usei, ao que eu respondi que, sendo assim, este era o ideal!
Mas enfim, está com um ar compostinho, arrumadinho, e o marido até gostou! É que ele sempre adorou os canudos e blá blá e quando eu cortei o cabelo da última vez e estiquei ele ponderou pedir o divórcio... desta vez acho que não... ou então treinou várias vezes ao espelho antes para parecer verdadeiro ao dizer que gosta de ver... ou melhor, que "até" gosta de ver... (partícula muito relevante nestas apreciações.... sim, que cá a mim não me escapa nada....).
Tive que comprar lá um champô sem sal, que, segundo me explicaram, é o único que não agride ou escama os cabelos sujeitos alisamento, pois os champôs com sal alteram o PH do cabelo ou qualquer coisa parecida com isto.
Agora vamos lá a ver como fica quando o lavar.... cenas dos próximos episódios...
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Wishlist
A clássica mesmo, e não nenhuma versão reinventada.
Acho que esta mala é intemporal.
"Vai bem" com os looks mais clássicos, mas também mais trendy ou casual, até com umas leggings e túnica pretas e umas Uggs práticas fica bem!
Há cinco anos
Ontem foi dia de festa! A minha sobrinha mais velha fez na sexta feira 5 anos!! 5 anos de gente, meu Deus, como o tempo passa!
No dia em que ela nasceu, estava eu no México, de papo para o ar, a beber daiquiris, a comer que nem uma lontra, a trabalhar para o bronze! Por acaso nesse dia em concreto tinha ido mergulhar! No ano anterior tinha tirado o curso de Open Water Dive pela PADI, e estava ainda naquela fase de euforia, e quando me vejo nas Caraíbas, claro que não ia desperdiçar aquela oportunidade de conhecer uma fauna muito mais interessante! Mas, na verdade, o mergulho correu super mal, pois enjoei de morte quando íamos no barco até ao ponto de mergulho, estava imensa corrente, mal conseguia ver a fauna, de tão maldisposta que estava e de tanto que a corrente me arrastava. Só cá em Portugal, quando revelei as fotografias (levei uma daquelas kodaks à prova de água descartáveis), é que percebi que tinha estado cara a cara com uma BARRACUDA (uma familiarzinha do tubarão, o sonho de qualquer mergulhador, mas não o meu!).
Agora que ela fez cinco anos, foi inevitável não pensar nisso, que estava há cinco anos num cenário onde hoje em dia adoraria estar, num resort nas Caraíbas, a descansar, apanhar sol, conhecer locais novos e novas culturas, banhar-me nas águas quentinhas quando cá era pleno inverno, ai, sem dúvida era uma boa vida! Quem me dera agora só um diazinho assim desses!! Dado que nem um dia de praia este lombo viu no Verão passado, dado que nem o arzinho da rua apanho agora semana após semana, quase, correndo do trabalho para casa dos meus pais e daí para minha casa, dia após dia.
Mas na verdade, não era feliz. Não estava feliz. Nessa altura por muito que tivesse um trabalho do qual até gostava mais ou menos, tinha amigos, família, etc, e estava a nascer a minha sobrinha, o que foi sem dúvida uma grande felicidade para mim, faltava o resto.
E agora, cinco anos volvidos, quando se comemora o aniversário dela, eu já estou com o meu Sunshine, com a minha filha linda de que tanto me orgulho, e apesar de todo o cansaço e de como a rotina nos engole e às vezes só apetecer viajar um bocadinho na máquina do tempo até à fase em que era moça solteira, desprendida e sem preocupações, tenho a certeza de que se lá voltasse ia querer logo voltar, pois agora pode não haver méxicos (pelo menos, por enquanto), mas há tantos outros sabores diferentes e tão, tão melhores!
No dia em que ela nasceu, estava eu no México, de papo para o ar, a beber daiquiris, a comer que nem uma lontra, a trabalhar para o bronze! Por acaso nesse dia em concreto tinha ido mergulhar! No ano anterior tinha tirado o curso de Open Water Dive pela PADI, e estava ainda naquela fase de euforia, e quando me vejo nas Caraíbas, claro que não ia desperdiçar aquela oportunidade de conhecer uma fauna muito mais interessante! Mas, na verdade, o mergulho correu super mal, pois enjoei de morte quando íamos no barco até ao ponto de mergulho, estava imensa corrente, mal conseguia ver a fauna, de tão maldisposta que estava e de tanto que a corrente me arrastava. Só cá em Portugal, quando revelei as fotografias (levei uma daquelas kodaks à prova de água descartáveis), é que percebi que tinha estado cara a cara com uma BARRACUDA (uma familiarzinha do tubarão, o sonho de qualquer mergulhador, mas não o meu!).
Agora que ela fez cinco anos, foi inevitável não pensar nisso, que estava há cinco anos num cenário onde hoje em dia adoraria estar, num resort nas Caraíbas, a descansar, apanhar sol, conhecer locais novos e novas culturas, banhar-me nas águas quentinhas quando cá era pleno inverno, ai, sem dúvida era uma boa vida! Quem me dera agora só um diazinho assim desses!! Dado que nem um dia de praia este lombo viu no Verão passado, dado que nem o arzinho da rua apanho agora semana após semana, quase, correndo do trabalho para casa dos meus pais e daí para minha casa, dia após dia.
Mas na verdade, não era feliz. Não estava feliz. Nessa altura por muito que tivesse um trabalho do qual até gostava mais ou menos, tinha amigos, família, etc, e estava a nascer a minha sobrinha, o que foi sem dúvida uma grande felicidade para mim, faltava o resto.
E agora, cinco anos volvidos, quando se comemora o aniversário dela, eu já estou com o meu Sunshine, com a minha filha linda de que tanto me orgulho, e apesar de todo o cansaço e de como a rotina nos engole e às vezes só apetecer viajar um bocadinho na máquina do tempo até à fase em que era moça solteira, desprendida e sem preocupações, tenho a certeza de que se lá voltasse ia querer logo voltar, pois agora pode não haver méxicos (pelo menos, por enquanto), mas há tantos outros sabores diferentes e tão, tão melhores!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Scccchhhhhhhhhh....
Temos que falar baixinho..... ela pode acordar...
Ontem a noite não correu mal, chorou uma única vez mas apenas por causa da chucha e comeu apenas pelas seis da manhã. Tenho que admitir que, tirando as choradeiras daquelas vezes em que acordou passado pouco tempo de estar deitada, as noites em si têm corrido muito melhor (madeira truz truz truz), acorda uma vez por causa da chucha e outra para comer.
Hoje andei noutros blogues a estudar este tema e dei-me por muito feliz!! Pois sou uma sortuda, afinal! Desde que voltei a trabalhar, portanto de há uns 4 meses a esta parte, deito-a sempre acordada, e ela adormece sozinha, quase sempre, mesmo ao final da tarde, se volto para casa a tempo de ainda a pôr a dormir uma sestazinha, é assim. E descobri que isso é RARO! Aliás, enquanto estava de licença, demorava HORAS a adormecê-la, de madrugada ou durante o dia, mas depois em casa dos meus pais aprendeu a ir para a alcofa e a adormecer all by herself e eu agora faço o mesmo. Pelo que li, as mães desgraçadas passam horas a adormecer os filhos, têm que ficar lá quase enfiadas no berço com eles, e depois quando eles acordam quase de hora em hora, é outro 31 para adormecerem outra vez!
Depois dei com uma grande discussão sobre o método Estivill, que é mais ou menos o "deixá-los chorar que eles hão-de calar-se". Mas digo mais ou menos porque acho que no fundo não é bem assim. O que ele fomenta é exactamente que se deve deitar a criança acordada, dar-lhe um objecto de consolo (o peluche, a chucha, uma fralda), explicar-lhe que são horas de dormir e, caso ela chore, entrar no quarto apenas para tranquilizá-la, evitando o contacto físico.
E por acaso, mesmo sem ter lido nada disto, é exactamente isto que faço. Mas claro que não sou radical ao ponto de deixá-la chorar não sei quantos minutos só porque a teoria é essa, aliás, não sou apologista de deixar bébés a chorar desalmadamente sem serem acudidos, acho que só piora a situação, enerva-os (e a nós também) e não me parece que venha nada de bom para um bébé chorar até arranhar o peito e ninguém o acudir. Por isso, a minha "escolha" situa-se, como acho que em muita coisa nestas lides da parentalidade, no meio termo. Por acaso faço estas coisas todas porque intuitivamente me pareceu adequado, dou-lhe o peluche, deito-a acordada, explico que tem ali o burrinho e o porquinho a tomar conta dela, e simplesmente saio depois de me despedir e confortá-la. Se ela chora, vou lá, e sem a tirar da cama, consolo-a, posso até tocar-lhe, mas vou lentamente deixando de fazer festinhas, afastando-me da cabeceira mais para os pés da cama, até sair do quarto em definitivo. Mas se ela chorar MUITO e MUITO TEMPO, como nestes dias de mudança, claro que a tiro e dou colo, e embalo, e se aquilo durar muito até talvez um biberãozinho... Só quero acalmá-la nesses momentos, que também são tão raros.
Enfim, teorias há muitas, mas cada mãe faz o que acha melhor para a sua cria, o que o seu instinto e experiência dita, e por isso, salvo algumas condutas mais radicais, à partida todas as opções merecem o mesmo respeito.
E vocês? O que acham? Como fazem com os vossos filhos?
Ontem a noite não correu mal, chorou uma única vez mas apenas por causa da chucha e comeu apenas pelas seis da manhã. Tenho que admitir que, tirando as choradeiras daquelas vezes em que acordou passado pouco tempo de estar deitada, as noites em si têm corrido muito melhor (madeira truz truz truz), acorda uma vez por causa da chucha e outra para comer.
Hoje andei noutros blogues a estudar este tema e dei-me por muito feliz!! Pois sou uma sortuda, afinal! Desde que voltei a trabalhar, portanto de há uns 4 meses a esta parte, deito-a sempre acordada, e ela adormece sozinha, quase sempre, mesmo ao final da tarde, se volto para casa a tempo de ainda a pôr a dormir uma sestazinha, é assim. E descobri que isso é RARO! Aliás, enquanto estava de licença, demorava HORAS a adormecê-la, de madrugada ou durante o dia, mas depois em casa dos meus pais aprendeu a ir para a alcofa e a adormecer all by herself e eu agora faço o mesmo. Pelo que li, as mães desgraçadas passam horas a adormecer os filhos, têm que ficar lá quase enfiadas no berço com eles, e depois quando eles acordam quase de hora em hora, é outro 31 para adormecerem outra vez!
Depois dei com uma grande discussão sobre o método Estivill, que é mais ou menos o "deixá-los chorar que eles hão-de calar-se". Mas digo mais ou menos porque acho que no fundo não é bem assim. O que ele fomenta é exactamente que se deve deitar a criança acordada, dar-lhe um objecto de consolo (o peluche, a chucha, uma fralda), explicar-lhe que são horas de dormir e, caso ela chore, entrar no quarto apenas para tranquilizá-la, evitando o contacto físico.
E por acaso, mesmo sem ter lido nada disto, é exactamente isto que faço. Mas claro que não sou radical ao ponto de deixá-la chorar não sei quantos minutos só porque a teoria é essa, aliás, não sou apologista de deixar bébés a chorar desalmadamente sem serem acudidos, acho que só piora a situação, enerva-os (e a nós também) e não me parece que venha nada de bom para um bébé chorar até arranhar o peito e ninguém o acudir. Por isso, a minha "escolha" situa-se, como acho que em muita coisa nestas lides da parentalidade, no meio termo. Por acaso faço estas coisas todas porque intuitivamente me pareceu adequado, dou-lhe o peluche, deito-a acordada, explico que tem ali o burrinho e o porquinho a tomar conta dela, e simplesmente saio depois de me despedir e confortá-la. Se ela chora, vou lá, e sem a tirar da cama, consolo-a, posso até tocar-lhe, mas vou lentamente deixando de fazer festinhas, afastando-me da cabeceira mais para os pés da cama, até sair do quarto em definitivo. Mas se ela chorar MUITO e MUITO TEMPO, como nestes dias de mudança, claro que a tiro e dou colo, e embalo, e se aquilo durar muito até talvez um biberãozinho... Só quero acalmá-la nesses momentos, que também são tão raros.
Enfim, teorias há muitas, mas cada mãe faz o que acha melhor para a sua cria, o que o seu instinto e experiência dita, e por isso, salvo algumas condutas mais radicais, à partida todas as opções merecem o mesmo respeito.
E vocês? O que acham? Como fazem com os vossos filhos?
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Mãe sofre!!!
Pois é! Mãe sofre!
Como tinha andado a ameaçar desde há muito, o Sunshine empreendeu no fim de semana que a Luazinha já tinha esgotado os dias de estadia no quarto dos pais e, consequentemente, tinha que passar para o dela...
Pronto, eu sei que é aconselhável fazê-lo dos 6 aos 8, e que quanto mais tarde pior e blá, blá, blá, mas isso são tudo teorias, porque a verdade prática e cristalina é que os bébés estão bem ao pé das suas mães. Ponto. E as mães estão bem ao pé dos seus bébés!
Não digo que não sentisse falta de ter o nosso quarto, só de nós os dois, de volta, porque tínhamos que entrar em surdina, quase tipo fantasmas, noite após noite, e aos mínimo estalar de dedos de pés, ou resfolhar de lençois, lá começava ela a espernear ligeiramente na cama até acabar mesmo em choro. E depois as ganas que me davam quando o Sunshine ressonava e me acordava a miúda, ou mesmo que não acordasse, só de me sentir nessa iminência, perdia logo o sono, e andava ali às voltas em fúria, e quando finalmente adormecia, ela chorava porque lhe tinha caído a chucha!
Desde os 4 meses que a Luazinha interrompe a noite várias vezes por causa da chucha ou de outros motivos que ainda não consigo saber porque ela não nos explica, às vezes também pode ser fominha, pelo que um dos choros acaba sempre em biberão pelo buchinho abaixo, mas a maioria das vezes era levantar, meter a chucha e voltar numa fracção de segundos para o quentinho da cama.
Pois claro que eu estava a ver a minha vida a andar para trás, pois não só queriam cortar o nosso cordão umbilical e arrancar o meu rebento de ao pé de mim, como me estavam a prometer noites de vigília de um quarto para o outro...
Bem, no domingo lá se deu a coisa.... caminha e senhorinha para o quarto dela.... um vazio enorme no nosso quarto...e no meu coração de mãe...
Eu sei que sou uma caranguejona de gema e que hei-de sofrer muito nesta vida, mas quando vejo o espaço da caminha dela (ou onde costumava estar), a caminha que estava ali há uns dez meses (porque fomos muito previdentes e comprámos logo tudo com muita antecedência), começaram logo a cair-me as lágrimas. Sabia o quão parvo era, mas não conseguia controlar. E olhar para o cantinho onde estava a senhorinha, onde noite após noite lhe dei de mamar, onde lhe dava o colinho antes de a deitar na caminha, agora um canto vazio, sem alma, sem vida. Eu sei que eles crescem, que se autonomizam, e isso é bom, e também para nós, mães, mas por outro lado sentia que era um ciclo que se fechava, um ciclo com tanta emoção, e que é o primeiro salto que ela dá para fora da redoma que era só nossa. Eu sei que existe um pai, que faz parte de tudo o que fazemos, está sempre presente, somos uma equipa una e indivisível, mas uma mãe carrega um filho na barriga nove meses, depois põe esse filho ao mundo com o seu esforço (no meu caso foi mesmo, pois foi parto natural)(digo, natural no sentido de que não foi cesariana)(não queria referir-me àquelas ondas do "ah eu não quero anestesia quero sentir tudo, inclusivé as dores")(apesar de tê-las sentido na mesma, mas conto isso noutro dia), depois alimenta-o ao seu peito, é uma ligação muito física, muito visceral, a mim não incomodaria nada dormir com ela na cama, apesar de tudo o que os pediatras dizem, não seria um incómodo para mim, mas o Sunshine põe ordem nestes pensamentos ainda "hormonados" (acho que acabei de inventar esta palavra) de mãe e diz-me que isso NEM PENSAR.
Bem, conclusão, ela lá foi e de lá para cá isto tem sido um bocado infernal! Quero dizer, a noite não corre assim tão mal quanto isso, mas no serão, ainda nós estamos acordados, e já ela dorme por exemplo há uma hora, de repente desata num berreiro e chora desalmadamente uma hora e meia se fôr preciso, com várias tentativas de metê-la na cama novamente pelo meio. Ele é burrinho, porquinho, a minha camisola de pijama, leite, aero-Om, usamos todos os truques baixos e legítimos para tentar voltar a adormecê-la e nada! Às tantas só me apetece esganar o Sunshine por nos votar os três a este tormento, pois é evidente que ela não reconhece o quarto e está perdida e quer estar ao pé da mãe!!! Ai hormonas! Parem! Larguem-me! Deixem-me pensar com clareza!!
Hoje é o primeiro dia que ela parece estar mesmo sossegada, daí ter sido só hoje que consegui vir aqui postar alguma coisinha!!
Como tinha andado a ameaçar desde há muito, o Sunshine empreendeu no fim de semana que a Luazinha já tinha esgotado os dias de estadia no quarto dos pais e, consequentemente, tinha que passar para o dela...
Pronto, eu sei que é aconselhável fazê-lo dos 6 aos 8, e que quanto mais tarde pior e blá, blá, blá, mas isso são tudo teorias, porque a verdade prática e cristalina é que os bébés estão bem ao pé das suas mães. Ponto. E as mães estão bem ao pé dos seus bébés!
Não digo que não sentisse falta de ter o nosso quarto, só de nós os dois, de volta, porque tínhamos que entrar em surdina, quase tipo fantasmas, noite após noite, e aos mínimo estalar de dedos de pés, ou resfolhar de lençois, lá começava ela a espernear ligeiramente na cama até acabar mesmo em choro. E depois as ganas que me davam quando o Sunshine ressonava e me acordava a miúda, ou mesmo que não acordasse, só de me sentir nessa iminência, perdia logo o sono, e andava ali às voltas em fúria, e quando finalmente adormecia, ela chorava porque lhe tinha caído a chucha!
Desde os 4 meses que a Luazinha interrompe a noite várias vezes por causa da chucha ou de outros motivos que ainda não consigo saber porque ela não nos explica, às vezes também pode ser fominha, pelo que um dos choros acaba sempre em biberão pelo buchinho abaixo, mas a maioria das vezes era levantar, meter a chucha e voltar numa fracção de segundos para o quentinho da cama.
Pois claro que eu estava a ver a minha vida a andar para trás, pois não só queriam cortar o nosso cordão umbilical e arrancar o meu rebento de ao pé de mim, como me estavam a prometer noites de vigília de um quarto para o outro...
Bem, no domingo lá se deu a coisa.... caminha e senhorinha para o quarto dela.... um vazio enorme no nosso quarto...e no meu coração de mãe...
Eu sei que sou uma caranguejona de gema e que hei-de sofrer muito nesta vida, mas quando vejo o espaço da caminha dela (ou onde costumava estar), a caminha que estava ali há uns dez meses (porque fomos muito previdentes e comprámos logo tudo com muita antecedência), começaram logo a cair-me as lágrimas. Sabia o quão parvo era, mas não conseguia controlar. E olhar para o cantinho onde estava a senhorinha, onde noite após noite lhe dei de mamar, onde lhe dava o colinho antes de a deitar na caminha, agora um canto vazio, sem alma, sem vida. Eu sei que eles crescem, que se autonomizam, e isso é bom, e também para nós, mães, mas por outro lado sentia que era um ciclo que se fechava, um ciclo com tanta emoção, e que é o primeiro salto que ela dá para fora da redoma que era só nossa. Eu sei que existe um pai, que faz parte de tudo o que fazemos, está sempre presente, somos uma equipa una e indivisível, mas uma mãe carrega um filho na barriga nove meses, depois põe esse filho ao mundo com o seu esforço (no meu caso foi mesmo, pois foi parto natural)(digo, natural no sentido de que não foi cesariana)(não queria referir-me àquelas ondas do "ah eu não quero anestesia quero sentir tudo, inclusivé as dores")(apesar de tê-las sentido na mesma, mas conto isso noutro dia), depois alimenta-o ao seu peito, é uma ligação muito física, muito visceral, a mim não incomodaria nada dormir com ela na cama, apesar de tudo o que os pediatras dizem, não seria um incómodo para mim, mas o Sunshine põe ordem nestes pensamentos ainda "hormonados" (acho que acabei de inventar esta palavra) de mãe e diz-me que isso NEM PENSAR.
Bem, conclusão, ela lá foi e de lá para cá isto tem sido um bocado infernal! Quero dizer, a noite não corre assim tão mal quanto isso, mas no serão, ainda nós estamos acordados, e já ela dorme por exemplo há uma hora, de repente desata num berreiro e chora desalmadamente uma hora e meia se fôr preciso, com várias tentativas de metê-la na cama novamente pelo meio. Ele é burrinho, porquinho, a minha camisola de pijama, leite, aero-Om, usamos todos os truques baixos e legítimos para tentar voltar a adormecê-la e nada! Às tantas só me apetece esganar o Sunshine por nos votar os três a este tormento, pois é evidente que ela não reconhece o quarto e está perdida e quer estar ao pé da mãe!!! Ai hormonas! Parem! Larguem-me! Deixem-me pensar com clareza!!
Hoje é o primeiro dia que ela parece estar mesmo sossegada, daí ter sido só hoje que consegui vir aqui postar alguma coisinha!!
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